HOME TLAXCALA
The Translators’ Network for Linguistic Diversity


CAMPAÑAS
CAMPAGNES
CAMPAIGNS
KAMPAGNEN
CAMPANHAS
CAMPAGNE
CAMPANYES
الحملات
KAMPANJER
ÚãáíÇÊ ÓíÇÓí
ΕΚΣΤΡΑΤΕΙΕΣ
OTHER LANGUAGES
 

CAMPANHAS
Assine no fundo da página


  Gerechtigkeit für die Opfer des 11. September! Gerechtigkeit für Mounir El Motassadeq!


Nós, abaixo assinados, pedimos em nome da justiça a reabertura do caso de Mounir El Motassadeq, condenado por um tribunal alemão a 15 anos de prisão por cumplicidade no massacre de 11 de Setembro de 2001.

Os factos

Mounir El Motassadeq é um cidadão marroquino, nascido en 1974. Estudou engenharia eléctrica em Hamburgo, Alemanha, onde fez amizade com Mohamed Atta, Marwan Alshehhi e Ziad Jarrah, três das quatro pessoas que supostamente pilotaram os aviões no dia 11 de Setembro de 2001 numa operação suicida.

A Mounir é imputado o crime de ter efectuado trâmites pessoais a favor dos seus amigos e de ter transferido uma soma equivalente a 2.500 dólares americanos a Ramzi Binalshibh, que por sua vez os teria transferido para Atta, Alshehhi e Jarrah, supostamente com a intenção de facilitar a preparação dos ataques de 11 de Setembro. Estes actos levaram a que fosse condenado como cúmplice no massacre.

Cumplicidade na preparação de um crime é, sem dúvida um delito. No entanto, para que tal actuação seja punível, é preciso que o tribunal estabeleça –para lá de toda a dúvida razoável- não apenas que a assistência foi oferecida com o intuito de contribuir para o crime em questão, como também que os que a receberam sejam realmente culpados do crime. O facto de enviar dinheiro não pode considerar-se em si mesmo como um delito penal.

No caso de Mounir El Motassadeq, o tribunal de Hamburgo estabeleceu a responsabilidade dos amigos de Mounir no massacre, baseando-se principalmente no testemunho oral de um agente do FBI, que declarou ter participado na investigação. Esse agente não testemunhou sob juramento, negou-se a responder à maioria das perguntas e não apresentou nenhuma documentação certificada para fundamentar as suas declarações. Não foi testemunha do crime e também não interrogou nenhuma testemunha ocular do sucedido. O tribunal também não recebeu nenhumas provas de que os amigos de Mounir tivessem realmente entrado nos aviões que supostamente usaram para perpetrar a operação suicida. Apesar da ausência de tais provas, o tribunal considerou que os amigos de Mounir tinham planificado, participado e morrido nos ataques e que Mounir estava a par dos planos dos seus amigos.

Por outro lado, as autoridades estado-unidenses não apresentaram até ao momento nenhuma prova de que terroristas árabes tivessem entrado nos aviões que supostamente foram utilizados como armas de destruição massiva: os seus nomes não figuram em nenhuma das listas oficiais de passageiros; os talões dos seus bilhetes de embarque nunca apareceram; nenhuma filmagem autenticada proveniente de uma câmara de segurança do circuito fechado demonstra a sua presença nos respectivos aeroportos; nenhuma testemunha os viu entrar para os aviões; os seus restos mortais nunca foram identificados. Para além da falta de provas da sua presença nos aviões, subsistem sérias dúvidas no que respeita à identidade dos próprios aviões, já que o FBI se negou a proceder a uma identificação formal dos escombros. Na sua própria página na internet, o FBI declara que os «esforços para confirmar a verdadeira identidade destes [sequestradores] continuam”.

Na sua sentença, o tribunal de Hamburgo sustenta que Atta, Alshehhi e Jarrah foram eleitos por Ossama bin Laden para actuar como pilotos nos ataques de 11 de Setembro. No entanto, o Departamento de Justiça estado-unidense nunca acusou Ossama bin Laden pelos ataques de 11 de Setembro e o FBI, perante a pergunta de porquê, respondeu que “o FBI não tem nenhuma prova que vincule bin Laden com o 11 de Setembro”.

Pedido de justiça

O princípio da justiça significa que unicamente os que são considerados culpados de um crime devem ser punidos. Tal culpabilidade deve ser estabelecida para além da toda a dúvida razoável por um juiz independente num julgamento justo. Na ausência de indícios sólidos de que os amigos de Mounir –Atta, Alshehhi e Jarrah– tenham planificado e cometido os crimes pelos quais foram acusados, deveriaa considerar-se que Mounir El Motassadeq foi injustamente condenado.

Os familiares das vítimas do massacre de 11 de Setembro, tanto como a sociedade no seu conjunto, têm o direito a que se faça justiça, o que significa que quem deveria ser julgado e castigado eram os verdadeiros responsáveis, não os bodes expiatórios. Nenhuns dos que realmente planearam e facilitaram o massacre de 11 de Setembro foram processados, até ao momento.

Em conformidade com o exposto, exigimos às autoridades judiciais alemãs que reabram o caso contra Mounir el Motassadeq. Estamos convencidos de que um novo julgamento de Mounir conduzirá à sua libertação, contribuirá para restabelecer a confiança no sistema judicial alemão e alentará as autoridades judiciais de outros países a reclamar que os verdadeiros responsáveis pelo planeamento e facilitação do massacre de 11 de Setembro sejam identificados e julgados.

A Comissão por Mounir

Annie Machon, ex MI5 (Dusseldorf, Alemanha)
David Ray Griffin, Profesor emérito (EUA), membro honorífico
Elias Davidsson, compositor e defensor dos direitos humanos (Bona, Alemanha)
Jean-Luc Guilmot, engenheiro (Bélgica)
Dr. med Jens Wagner, Stade (Alemanha)
Barrie Zwicker, jornalista radiofónico (Canadá)



Campanha iniciada em 09/09/2009


MAIS INFORMAÇÃO 


Se deseja solidariza-se com esta campanha, complete as seguintes informações: 

* Dados obrigatórios 

* NOME
* APELIDOS
* PAÍS
PROFISSÃO/ACTIVIDADE
* E-MAIL (dado necessário para a confirmação da assinatura. Não se tornará público)
COMENTÁRIOS (máximo 150 caracteres)

Clique aqui para ver as últimas assinaturas activadas 

Clique aqui para ver a lista de assinantes 


 
 
VOLTAR AO ÍNDICE DE CAMPANHASVOLTAR AO ÍNDICE DE CAMPANHAS 


Tlaxcala

VOLTAR A TLAXCALA